23/07/2010

Fazer o que ainda não foi feito!

AJUDEM A PARTILHAR - Cães fantásticos para adopção!  - A situação deles é agora ainda mais urgente...
Desde o primeiro apelo, apenas o Nico foi adoptado e depois devolvido. 
O Tokyo foi também adoptado.
A Situação é limite e de extrema urgência. Ajudem-nos a divulgá-los por favor.
O Alperce foi salvo de um canil municipal. É um cão jovem, meigo e bem-disposto. Dá-se bem com os outros animais e com as pessoas.
A Ameixa foi salva de um canil municipal. É uma cadela jovem, meiga e bem-disposta. Dá-se bem com os outros animais e com as pessoas.
A Amêndoa foi salva de um canil municipal. É uma cadela jovem, meiga e bem-disposta. Dá-se bem com os outros animais e com as pessoas.
A Dalila foi salva de um canil municipal. É uma cadela meiga e bem-disposta. Dá-se bem com os outros animais e com as pessoas.
A Dory foi salva do canil municipal de Lisboa. É uma cadela jovem, meiga e bem-disposta. Dá-se bem com os outros animais e com as pessoas.
A Kika foi salva do canil municipal de Lisboa. É uma cadela jovem, meiga e bem-disposta. Dá-se bem com os outros animais e com as pessoas.
O Nico foi resgatado de um acampamento cigano, onde vivia a maior parte do tempo acorrentado a uma casota improvisada. É um cão jovem, meiga e calminho, e adora passear. Dá-se bem com os outros animais e com as pessoas. 
A Preta foi resgatada de um acampamento cigano, onde vivia a maior parte do tempo acorrentada a uma casota improvisada. É uma cadela jovem, meiga e brincalhona, e adora passear. Dá-se bem com os outros animais e com as pessoas.
O Sansão foi salvo de um canil municipal. É um cão forte e bem-disposto, e um bom guarda. Dá-se bem com cadelas, no entanto não tolera os outros machos.
A Smuffa foi encontrada na rua, desorientada, em Lisboa. É uma cadela jovem, meiga e brincalhona. Dá-se bem com os outros animais e com as pessoas.
Tico - muito simpático, meigo, adora festas e brincadeira. Dá-se bem com os outros animais, de uma forma geral, embora não se dê muito bem com outros machos.
Teco - mais reservado do que o Tico, mas ainda assim muito simpático e meigo.
A Xuxa foi resgatada aos dois meses de idade de um acampamento cigano, onde vivia no meio do lixo. É uma cadela jovem, meiga e brincalhona. Dá-se bem com os outros animais e com as pessoas. 
Estão todos em Família de Acolhimento Temporário, mas procuram uma Família Definitiva, que os adopte e ame para o resto da vida.
Estão esterilizados e desparasitados interna e externamente.
Para mais informações, por favor contacte:
Irina.antunes@gmail.com (contacto preferencial)
A adopção de qualquer um destes cães pressupõe a assinatura de Termo de Responsabilidade e comparticipação do valor da esterilização.
Animais de Rua

22/07/2010

III Ciclo 3 Culturas



O III Ciclo 3 Culturas encerra no dia 24 de Julho, pelas 21h30, com os Beth Nahrin (do antigo arameu "entre rios") que vão conquistar o Convento dos Capuchos com músicas do Magrebe e do Médio Oriente.
Oriundos do Iraque, Marrocos e Síria, Beth Nahrin é também o nome de um grupo de música que tem como referência o laudista e cantor iraquiano Khalid Khaki.
Reservas até 30 min. antes do início do espectáculo.
Ficha Técnica
Oud árabe e voz - Khalid Khaki
Violino - Hicham Kheiri
Darbouka, riq e deff - Salah Sabbagh
Dança oriental - Sonia Alejandre
organização
Convento dos Capuchos
Câmara Municipal de Almada
condições de participação
Bilhetes diários - €5
Livre - trânsito - €15
Entrada livre para crianças até aos 12 anos
Reservas através do 21 291 93 42 ou do 21 290 03 62 ou do email capuchos@cma.m-almada.pt
informações

Convento dos Capuchos
Rua Lourenço Pires Távora, 41
2825 Caparica
Tel.: 21 291 93 42
Fax: 21 290 03 62

21/07/2010

Quando a última palavra é a do adulto...

A melhor resposta para dar às crianças quando mandamos fazer qq coisa e nos perguntam PORQUÊ mãe/pai…
 MÃE:   VAI JÁ ARRUMAR O TEU QUARTO?
FILHO: Não vou!
MÃE:   Tens de ir! Eu estou a mandar!
FILHO: E porque é que tenho de fazer o que tu dizes?
MÃE:   Está no Código Cívil Português, ARTIGO 128º .
(ARTIGO 128º – Dever de obediência)
Em tudo o quanto não seja ilícito ou imoral, devem os menores não emancipados obedecer a seus pais ou tutor e cumprir os seus preceitos. 

19/07/2010

Existem amores semelhantes a ferimentos...




O Medo.Edvard Munch
“Existem amores semelhantes a ferimentos. O simples esboço de uma recordação desperta dores de um mundo desaparecido”, diz Xénia, a personagem do livro que estou a ler “Todos os Sonhos do Mundo” de Theresa Révay. Esta edição é a continuação de “As Luzes Brancas de Paris”.
Há amores assim. 

Bato...à porta do teu coração,
à porta da vida...
Bato. Ninguém responde…
A porta está trancada...
Bato...à porta do teu olhar à porta do teu abraço...
Bato...Do outro lado do silêncio...
Bato...Do outro lado de ti, de mim, da vida...
E num grito reprimido volto a Bater...E tenho medo do silêncio, por isso
Bato...Tenho medo que seja tarde... Quando a porta se abrir...
Porque Bato em desespero...Se tens a chave abre a porta, deixa-me entrar
Abre a porta do coração ...
Abre a porta da vida...
De ti...É que o tempo foge e em desespero eu estou aqui...
Bato...Bato...Bato, e ninguém ouve...
Ninguém sente que Bati...


Miedo - Lenine
Tienen miedo del amor y no saber amar
tienen miedo de la sombra y miedo de la luz
tienen miedo de pedir y miedo de callar
miedo que da miedo del miedo que da
tienen miedo de subir y miedo de bajar
tienen miedo de la noche y miedo del azul
tienen miedo de escupir y miedo de aguantar
miedo que da miedo del miedo que da
el miedo es una sombra que el temor no esquiva
el miedo es una trampa que atrapó al amor
el miedo es la palanca que apagó la vida
el miedo es una grieta que agrandó el dolor
têm medo de gente e de solidão
têm medo da vida e medo de morrer
têm medo de ficar, medo de escapulir
medo que dá medo do medo que dá
têm medo de acender e medo de apagar
têm medo de espera e medo de partir
têm medo de correr e medo de cair
medo que dá medo do medo que dá
o medo é uma linha que separa o mundo
o medo é uma casa aonde ninguém vai
o medo é como um laço que se aperta em nós
o medo é uma força que não me deixa andar
tienen miedo de reir y miedo de llorar
tienen miedo de encontrarse y miedo de no ser
tienen miedo de decir y miedo de escuchar
miedo que da miedo del miedo que da
têm medo de parar, medo de avançar
têm medo de amarrar e medo de quebrar
têm medo de exigir e medo de deixar
medo que dá medo do medo que dá
o medo é uma sombra que o temor nao desvia
o medo é uma armadilha que pegou o amor
o medo é uma chave que apagou a vida
o medo é uma brecha que fez crecer a dor
el miedo es una raya que separa el mundo
el miedo es una casa donde nadie va
el miedo es como un lazo que se aprieta en nudo
el miedo es una fuerza que me impide andar
medo de olhar no fundo
medo de dobrar a esquina
medo de ficar no escuro
de passar em branco de cruzar a linha
medo de se achar sozinho
de perder a rédea, a pose e o prumo
medo de pedir arrêgo medo de vagar sem rumo
medo estampado na cara
ou escondido no porâo
medo circulando nas veias
ou em rota de colisâo
medo é de deus ou do demo?
é ordem ou é confusâo?
o medo é medonho
o medo domina
o medo é a medida da indecisâo
medo de fechar a cara medo de encarar
medo de calar a boca medo de escutar
medo de passar a perna medo de cair
medo de fazer de conta medo de iludir
medo de se arrepender
medo de deixar por fazer
medo de se amargurar pelo que nâo se fez
medo de perder a vez
medo de fugir da raia na hora H
medo de morrer na praia depois de beber o mar
medo que dá medo do medo que dá

18/07/2010

Encontra o telemóvel

  1. Ligue o som do computador;
  2.  Clique! http://imagenes.telematica.net/2009/VespucioNorte/2009.09.15/autopista_vespucio_norte_express.htm
  3. Inicie o vídeo;
  4. Quando o telemóvel começar a tocar, procure-o com o cursor assim que o encontrar. 
  5. Não esqueça,  a próxima vez que o seu telemóvel tocar...

16/07/2010

O meu cão...

O CÃO E O DEPUTADO 

Será que é uma mera coincidência? Estava eu a pensar... O meu cão dorme em média 20 horas por dia. Ele tem toda a comida preparada para ele. Ele pode comer qualquer coisa que lhe apeteça. A comida é-lhe dada sem custo.

Vai ao veterinário uma vez ao ano, ou quando necessário, sempre que algum mal lhe aparece. E não paga nada por isso e nada lhe é pedido.

Mora numa zona central, com boa vizinhança e numa casa que é muito maior do que ele necessita, mas não precisa limpar nada. Se ele fizer porcaria, alguém limpa.

Ele escolhe os melhores lugares da casa para fazer a sua soneca, e recebe essas acomodações completamente grátis.

Vive que nem um rei e sem que isso lhe acarrete qualquer despesa extra. Todos os seus custos são pagos por outras pessoas que tem de sair de casa para ganhar a vida todos os dias.

Eu estive a pensar sobre isto, e de repente veio-me à ideia a resposta...

P... que pariu... ... ... O meu cão é deputado!!!

Recebido por e-mail

14/07/2010

El vino puede sacar cosas que el hombre se calla.

Man Lighting A Cigarette II a limited edition print by Fabian Perez
Fabian Perez
Si señor, si señor
El vino puede sacar cosas que el hombre se calla.
Que deberían salir cuando el hombre bebe agua.
Va buscando pecho adentro por los silencios del alma
Y les va poniendo voces y los va haciendo palabras.
A veces saca una pena, que por ser pena es amarga,
Sobre su palco de fuego la pone a bailar descalza.
Baila y bailando se crece, hasta que el vino se acaba
Y entonces vuelve la pena a ser silencio del alma.
Sí señor,
El vino puede sacar cosas que el hombre se calla.
Cosas que queman por dentro, cosas que pudren el alma
De los que bajan los ojos, de los que esconden la cara.
El vino entonces libera la valentía encerrada
Y los disfraza de machos, como por arte de magia.
Y entonces son bravucones, hasta que el vino se acaba.
Pues del matón al cobarde, sólo media la resaca...
Sí señor,
El vino puede sacar cosas que el hombre se calla.
Cambia el prisma de las cosas cuando más les hace falta.
A los que llevan sus culpas como una cruz a la espalda.
La impura se piensa pura, como cuando era muchacha,
Y el astado regatea la medida de su drama.
Y todo tiene colores de castidad simulada.
Pues siempre acaban el vino y los dos, en la misma cama
Sí señor,
El vino puede sacar cosas que el hombre se calla.
Pero qué lindo es el vino!
El que se bebe en la casa del que está limpio por dentro
Y tiene, y tiene brillando el alma.
Que nunca le tiembla el pulso cuando pulsa una guitarra,
Que no le falta un amigo ni noches para gastarlas,
Que cuando tiene un pecado, siempre se nota en su cara.
Que bebe el vino por vino, y bebe el agua por agua.
Alberto Cortez

12/07/2010

Sexta-feira à tarde


Os sentimentos…
Gosto de observar as pessoas, ouvir as suas histórias, mesmo que sejam assim apanhadas no meio do nada, incompletas. Muitos de vós  automaticamente pensaram ”cusca”. Direi antes que me interessando pouco pela vida dos que me rodeiam, gosto do abstracto. Passando uma vida em transportes públicos e em horas de travessia da ponte aprendi a me distrair. Comecei por construir histórias em volta dos rostos, depois a completar as conversas por forma a incorporar as pessoas em personagens de novelas, filmes ou de livros.
Ultimamente ando com menos concentração, a mente sempre ocupada em mil e uma coisas que não consigo cumprir e fui perdendo este hábito. Resta-me o vulgar prazer de ouvir as conversas dos outros.
Assim, na sexta-feira resolvi ir até ao Chiado beber uma caipiroska antes de enfrentar a fila. Telefonei a uma amiga que trabalha ali perto e ela logo respondeu que sim. Enquanto esperava por ela, fui pedindo e observando os grupos que aproveitavam aquele fim de tarde, uns mais animados que outros, uns estrangeiros outros talvez não.
O telefone toca e ela diz que afinal não vem. O meu primeiro pensamento foi pensar “que chatice”. Rapidamente mandei tal pensamento embora. Pedi uma salada (não tinha almoçado e começava a ficar indisposta; nada bom para associar uma caipiroska) e a dita bebida. Relaxei e aproveitei aquele momento. A mesa do lado direito tinha um grupo de jovens cheias de sacos, reflectindo uma tarde de saldos ali pela baixa (Não tem nada a ver, mas a Baixa está cada vez mais bonita e interessante).
Não sei se pela caipiroska se pela descontracção, ou se por ambas, o meu velho hábito de escutar as conversas voltou e ali fiquei deliciada a ouvir…O tema das jovens era “quais os sentimentos mais forte e que causam maior dano”. Porque se trata de afectos, a opinião de cada uma reflecte as suas vivências. Porém, cada uma defendia o seu ponto de vista como se fosse único e só ele estivesse certo.
-A inveja, sem dúvida, é a inveja o sentimento que mais pode magoar, dizia uma.
- A perda dizia outra. Já pensaste o que custa perder quem mais amamos, seja filho, mãe ou o nosso namorado (já sofreste, pensei).
-E o orgulho? Já pensaram o que uma pessoa sofre se for muito orgulhosa; vejam a Rita (como ninguém se queixou, deduzi que a Rita não estava presente).
- E o egoísmo? Imagina o que é teres que viver com uma pessoa egoísta.
Cada sentimento incluía a expressão de opinião de todas, quase ao mesmo tempo porque cada uma tinha muitos exemplos para dar.
Quase que me apetecia recomendar-lhes que vissem os sete pecados mortais. Fui perdendo o interesse nos argumentos à medida que a confusão se instalava. Mas eis que de uma forma serena e sem levantar a voz, uma jovem de cabelos compridos – tenho pena de não lhe ter visto o rosto, estava de costas – diz: - o sentimento que mais magoa é o abandono. Sabem o quão devastador é sermos abandonado por quem nos ama?
Fez-se silêncio, o que me levou a deduzir que a miúda tinha sido abandonada e que todas sabiam a história. Por quem? A mãe, o namorado? Quem causou tamanha ferida?
Deixei de me centrar na conversa das jovens e talvez porque a caipiroska fazia efeito comecei a percorrer outras histórias. Há coisas que devem ficar no sótão a qualquer dia da semana, mais ainda a uma sexta-feira. Mentalmente respondi: abandonar quem amamos é tão doloroso como ser abandonada por quem nos ama.
Pedi a conta e saí, sem que desse por isso a mesa tinha ficado vazia.

11/07/2010

Sonho de uma noite de Verão

Ontem foi dia de Festival ao Largo, no Largo de S. Carlos.
"Sonho de uma noite de Verão", encheu o largo e as ruas adjacentes. Esta é uma iniciativa nossa, é grátis, é bela, é para todos e é tão esplendorosa!
É verdade que ontem tivemos o azar de apanhar um casal verdadeiramente portuga (em sentido depreciativo, entenda-se, porque embora estivessem muitos estrangeiros, os portugueses desfrutavam a dádiva cultural).
Quando cheguei faltava uma hora para o espectáculo começar mas o espaço estava "apinhado" lá fiquei onde era possível. Foi chegando cada vez mais gente: uns atónitos sem saber o que era aquilo, outros esperando encontrar lugar para ficar. Foi de todos os espectáculos que assisti, este e o ano anterior, o que tinha mais gente.
A determinada altura, um casal novo com dois filhos a rondar os 12 e 8 anos empurrava as crianças (e a todos nós, é claro) e gritava bem alto: Vá cheguem-se para a frente, cheguem-se para a frente..." e lá se foi fazendo espaço para as crianças e para os pais que aproveitaram a aberta  e se  "estatelaram" mesmo ali, ignorando o povo. A música era bela e chegava ao coração, por isso todos ignorámos o gesto de "chico espertice". Porém, este estado de indiferença foi sol de pouca dura. É  que as crianças não queriam ouvir a música, nem tão pouco estar ali e entre o refilar das crianças e o refilar dos pais estávamos todos a sentirmo-nos mal, não fora ser noite de sonho e..
Sonho de uma noite de Verão, ofereceu-nos o seguinte programa:
Georges Bizet (1838-1875)
Carmen, Suite n.º 1
Joaquín Rodrigo (1901-1999)
Concierto de Aranjuez, para guitarra e orquestra
Joseph Haydn (1732-1809)
"The Creation" No.10 Stimmt an die Saiten (Awake the harp)
Manuel de Falla (1876-1946)
Siete canciones populares españolas
Edward Elgar (1857-1934)
Spanish Serenade, op. 23
Edward Elgar (1857-1934)
Pomp and Circumstance, marcha n.º 1 em Ré Maior
Jules Massenet (1842-1912)
"Thaïs": Méditation, para violino e orquestra
George Gershwin (1898-1937)
"Porgy and Bess": Summertime
"Porgy and Bess"- Bess, you is my woman now
"Porgy and Bess"- I got plenty o´ nuttin´
Maurice Ravel (1875-1937)
Bolero
INTÉRPRETES
ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA
CORO DO TEATRO DE SÃO CARLOS
Soprano: Chelsey Schill
Meio-Soprano: Luisa Francesconi
Barítono: Diogo Oliveira
Violino: Evelyne Alliaume
Guitarra: Júlio Guerreiro
Maestro do Coro TNSC: Kosta Popovic
Direcção Musical: Julia Jones

08/07/2010

The PEN Story

Este vídeo é uma peça publicitária, para a qual a Olympus tirou mais 60 mil fotos, "revelou" 9.600 delas e usou 1.800 para fazer o filme que verás abaixo e que, segundo a empresa, não tem nada de pós-produção. É uma colagem pura e simples. Um espectáculo de criatividade.

07/07/2010

Como começam as brigas...



Briga de casais...
Imagem daqui
Para todos os casados, "amantizados", divorciados/separados e até para os solteiros que pensam que têm muito humor, aqui estão exemplos a evitar... ou então não!
Isto é... pois... lá está...

A minha mulher sentou-se no sofá junto a mim enquanto eu passava pelos canais. Ela perguntou, "O que há na TV? " Eu disse, "Pó. "
E a briga começou...
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Quando cheguei a casa ontem à noite, a minha mulher exigiu que a levasse a algum lugar caro. Então eu levei-a ao posto de gasolina.
E então a zanga começou...
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A minha mulher e eu estávamos sentados numa mesa na reunião do liceu, e eu fiquei a olhar para uma moça bêbada que balançava seu drinque enquanto estava sozinha numa mesa próxima. A minha mulher perguntou, "Conhece-la ?" "Sim," disse eu, "Ela é minha antiga namorada... Eu sei que ela começou a beber logo depois de nos separarmos há tantos anos e pelo que sei ela nunca mais ficou sóbria." "Meu Deus!", disse a minha mulher, "quem pensaria que alguém pudesse ficar celebrando durante tanto tempo?"
E então a zanga começou...
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Depois de me reformar, fui até à Seg. Social para poder receber a reforma. A mulher que me atendeu solicitou o meu bilhete de identidade para verificar a idade. Procurei nos bolsos e percebi que o tinha deixado em casa.
A funcionária disse que lamentava, mas teria que o ir buscar a casa e voltar depois. E disse-me, "Desabotoe a camisa." Então, desabotoei-a deixando expostos os meus cabelos crespos prateados. Ela disse, "Este cabelo prateado no seu peito é prova suficiente para mim," e processou a minha reforma. Quando cheguei a casa, contei entusiasmado o que ocorrera à minha mulher. E ela disse: "Por que não baixaste as calças? Poderias ter conseguido invalidez permanente também... "
E então a zanga começou...
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A mulher está nua, olhando no espelho do quarto. Não está feliz com o que vê e diz para o marido, "Sinto-me horrível; pareço velha, gorda e feia. Realmente preciso de um elogio teu. "O marido retruca, "A tua visão está perto da perfeição. "
E então a zanga começou...
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O marido volta do Médico e a mulher, toda preocupada, pergunta-lhe: "E então, o que disse o Médico?". De pronto, ele respondeu: "A partir de hoje, não faremos mais amor, estou proibido de comer coisas gordas."
E então a zanga começou.

06/07/2010

Combater a pobreza



Este é um vídeo feito na Guiné-Bissau. Está a concorrer pelo prémio de melhor vídeo que exprima uma ideia para combater a pobreza.

Auto avaliação...


Eu também acho. E tu? Aliás, acho que o professor lhe devia “lixar a cabesa” para se candidatar já ao exame do 10º ano “e etc.”
De certeza que este é filho de um daqueles paizinhos que acha que o seu filho é o máximo e que a professor até que embirra com ele...

03/07/2010

Les uns e les autres


Pense duas vezes antes de pedir, pense mais além antes de desperdiçar...
Veja até ao fim!

26/06/2010

Cinco meses, cinco jardins. E outros...

Conheço um palestiniano que estuda em Portugal há 6 anos. Um dia perguntei-lhe: "o que mais aprecias em Portugal?"  Nunca mais me esqueci da sua resposta rápida: "Puder estar numa esplanada qualquer e saber que não vai cair uma bomba, apreciar o momento sem qualquer receio".
Nunca tinha pensado na vida dessa forma.
Ma sé pensando nele que hoje faço este post. São apenas notícias mas por trás de cada uma há um mundo que pode fazer a diferença.
O que temos de bom e gratuito:


OUTJAZZ - Programa 2010
"Regressa o jazz à cidade, naquele que é um dos eventos mais refrescantes e esperados de Lisboa. Durante 5 meses, o jazz invade 5 jardins da capital, num ambiente de total harmonia entre a natureza em volta e as notas no ar.
Na sua quarta edição, o Festival OutJazz volta a dar de forma livre e gratuita, a atmosfera única do encontro do jazz com os jardins da cidade. Todos os Domingos de Maio a Setembro, das 17h até ao cair do sol, grupos de jazz e um dj vão difundir as notas da sofisticação e da liberdade entre as folhas, os puffs e o sol dos mais especiais jardins de Lisboa.
Convidamos desde já a todos a revisitar o site da NCS, para conhecer em primeirissima mão, as noticias mais frescas do Outjazz 2010. Obrigado e até breve!

Organização & Produção
NCS – Produção, Som e Vídeo. Consulte o link e desfrute: http://www.ncs.pt/outjazz.php

Outros: FESTIVAL AO LARGO - ESPECTÁCULOS DE ABERTURA - http://www.festivalaolargo.com/
Consulte os sites e desfrute. Certamente que nos cruzaremos por lá...

23/06/2010

Professores para S. Tomé


Recebi por e-mail, não conheço  a pessoa pessoalmente mas foi-me  enviado por uma colega. Caso estejam interessados procurem informações:
Olá a todos...
Eu sou o Pedro Nazaré... fui Leigo para o Desenvolvimento em São Tomé e Príncipe em 2003/2004, actualmente estou ao serviço do IDF em São Tomé não como professor mas nos serviços de administração.
Escrevo-vos a informar de que estamos a "tentar" recrutar professores para todos os grupos disciplinares... quem sabe... se... não conhecem alguém que possa estar interessado em dar aulas numa escola com paralelismo pedagógico ao currículo português -(do 5º ano ao 12º ano lectivo - agrupamento de estudos cientifico humanísticos - Ciências e Tecnologias / Línguas e Humanidades e novidade para o ano lectivo 2010/2011 Artes Visuais).
Pontos fortes da nossa escola - apenas 350 alunos, duas turmas em cada ano lectivo, escola bonita situada no campo de milho próximo da linha imaginária do equador (a cerca de 60km)... situada ainda entre as duas baías mais bonitas do continente Africano (ou talvez não) a Baía Ana Chaves e a Baía da Praia Lagarto - Praia Emília - praia francesa - aeroporto e o deslumbrante ilhéu das cabras... serão de certeza argumentos muito fortes para desafiar os espíritos mais inquietos...
Se puderem ajudar a divulgar ficaríamos muito agradecidos...
Os contactos para envio de currículos e pedido de informações:
e-mail:
idf.stp@gmail.com
idf.director@gmail.com

20/06/2010

Ó neve tu és tão forte...


Em criança tinha medo do escuro, não fora a imagem do anjo da guarda que se encontrava por cima da minha cama e teria passado muitas noites em branco. Como qualquer criança, achava que debaixo da minha cama existia um mundo de monstros e fantasmas, mesmo sem assistir à  panóplia dos desenhos animados que existem actualmente e muito antes do oriente nos aculturar com a torneira de desenhos animados vindos do Japão. Vasco Granja brindava-nos com o seu programa de animação e o mais a leste que tínhamos era da Checoslováquia.
As séries eram o Bonanza, os pequenos vagabundos, a casa na pradaria... De uma forma ou de outra a mensagem era a dos bons valores, da justiça e a de que o bem compensava sempre. Excepção feita aos filmes de índios e Cowboys, em que  os índios eram os maus e os americanos os bons; mas  distorcer a realidade é coisa que os americanos continuam a fazer.
Os livros, cedidos pela biblioteca itinerante da Gulbenian, eram da editora Majora e tinham sempre no final algo que eu achava extraordinário "Moral da História:..."
Cresci acreditando que o bem compensa sempre e os maus, mais tarde ou mais cedo serão castigados. E, mesmo agora, em que os cabelos vão branqueando, ainda dou por mim a ter laivos dessa inocência.
Mais tarde tive medo de me perder. Depois foram os medos dos adultos, medo por aqueles que dependem de nós, medo de perder o amor da nossa vida, medo de perder o que alcançamos. Um medo mais elaborado, sobretudo porque temos que o disfarçar e impedir que se manifeste. 
Sempre tive medo de não conseguir perdoar. O perdão é algo que acredito ser indispensável para prosseguirmos a vida sem ressentimentos e equilibradamente, por isso nas minhas preces sempre solicitei a capacidade de perdoar. Alcancei a capacidade de perdoar os outros mas esqueci-me de aprender a perdoar-me a mim mesma. 
Perdoar-me pelas más escolhas, pela forma desajeitada como geri, em certos capítulos, a minha vida, perdoar-me pelas ingenuidades; perdoar-me por ter amado a pessoa errada, perdoar-me por não ter sabido torná-la na pessoa certa; perdoar-me por não ter sido melhor filha, enfim, perdoar-me até pela minha dificuldade em me perdoar...  e tudo isto, não sei se pelo avançar da idade ou pela força das circunstâncias, ultimamente dá-me medo. 
E, apesar de tudo não sou uma pessoa medrosa.
Porém, no outro dia senti medo. Medo porque o precipício esteve a um milímetro de me apanhar. Quando a médica me disse "esteve a um passo de ter um AVC",  percebi o quanto o medo é aterrador.  Ela falava "se não pára o seu corpo vai cobrar-lhe". A médica continuava a falar e eu lembrei-me dos monstros e fantasmas que existiam debaixo da minha cama; lembrei-me dos gritos de alerta do meu corpo e da minha recusa em ouvi-los, como se o meu cérebro fosse o mais forte. É forte porque dominou o meu  coração,  mas não é tão forte assim. Senti-o na sexta feira, quando ele deixou de querer funcionar.
Lembrei-me então daquela lengalenga que  a minha me contava:

Uma formiga prendeu o pé na neve.
–Ó neve! tu és tão forte, que o meu pé prendes!
Responde a neve:
–Tão forte sou eu que o Sol me derrete.
–Ó sol! tu és tão forte que derretes a neve que o meu pé prende!
Responde o Sol:
–Tão forte sou eu que a parede me impede.
– Ó parede! tu és tão forte que impedes o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Responde a parede:
–Tão forte sou eu que o rato me fura.
–Ó rato! tu és tão forte que furas a parede, que impede o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Responde o rato:
–Tão forte sou eu que o gato me come.
–Ó gato! tu és tão forte que comes o rato, que fura a parede, que impede o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Responde o rato:
–Tão forte sou eu que o cão me morde.
–Ó cão! tu és tão forte que mordes o gato, que come o rato, que fura a parede, que impede o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Responde o cão:
–Tão forte sou eu que o pau me bate.
–Ó pau! tu és tão forte que bates no cão, que morde o gato, que come o rato, que fura a parede, que impede o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Responde o pau:
–Tão forte sou eu que o lume me queima.
–Ó lume! tu és tão forte que queimas o pau, que bate no cão, que morde o gato, que come o rato, que fura a parede, que impede o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Responde o lume:
–Tão forte sou eu que a água me apaga.
–Ó agua! tu és tão forte que apagas o lume, que queima o pau, que bate no cão, que morde o gato, que come o rato, que fura a parede, que impede o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Responde a água:
–Tão forte sou eu que o boi me bebe.
–Ó boi! tu és tão forte que bebes a água, que apagas o lume, que queima o pau, que bate no cão, que morde o gato, que come o rato, que fura a parede, que impede o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Responde o boi:
– Tão forte sou eu que o carniceiro me mata.
– Ó carniceiro! tu es tão forte que matas o boi, que bebes a água, que apagas o lume, que queima o pau, que bate no cão, que morde o gato, que come o rato, que fura a parede, que impede o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Responde o carniceiro:
–Tão forte sou eu que a morte me leva.
Somos todos mortais!

14/06/2010

Coisas leves e únicas


http://www.ricci-arte.biz/pt/Iman-Maleki-2.htm
Iman Maleki, 00004422-Z



No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...

10/06/2010

Pessoas e etc.

FLORES Á JANELA
imagem daqui
Há uma certa tendência para nós humanos acharmos que a nossa forma de ver e viver a vida é  a mais correcta. Talvez eu seja uma dessas pessoas, muito embora julgue que não, mas pondo essa hipótese, talvez...
Porém, há coisas que assisto e me deixam atónita. Algumas terei razão outras, quiçá, serão embirração minha ou mesmo falta de tolerância.
Por exemplo:
Tenho uma grande curiosidade em conhecer a pessoa que todos os dias deixa o lixo por baixo da minha janela., todos!
Dirão vocês, a senhora está  atrasada para apanhar o autocarro e não há contentor do lixo...(Não tinha desculpa na mesma, quanto muito deixasse ao pé da sua porta...). Não, não é nada disso, vou desenhar:
Distância da minha janela à paragem de autocarro onde estão 3 contentores: 15m.Distância aos contentores para quem optar descer as escadas: 20m.
Distância aos contentores para quem quiser atravessar para o outro lado da rua na passadeira: 10metros.
Ora digam lá se não é de nutrir uma enorme admiração por esta pessoa? se por acaso ela é leitora deste blogue, deixo o seguinte recado: não estou zangada, apenas pasma e gostaria muito de conhecer quem é capaz de fazer tal coisa.
Outro exemplo:
Gosto muito de ir beber café aqui ao lado da porta, em frente à paragem de autocarro.
Eu e muita gente, para bem do dono. O café é bom, e tudo o que lá está cheira a caseiro, até poderia entrar para a listas dos locais com estrelas não sei do quê...
Ao fim-de-semana tomo café um pouco mais tarde e sempre que o faço arrependo-me. Porquê? estarão vocês a pensar, esta deve ter cá um mau feitio...
Também é verdade, mas o que me irrita, e este sim é o termo é porque carga de água o senhor F. escreve letreiros para tudo "bolos caseiros, jeropiga caseira, telefone para uso da casa; pão de soja muito bom para o colesterol; dia 31 de Dezembro o café é sempre grátis,..."  não é capaz afixar um que diga " É proibido sentar as crianças ao balcão, penteá-las, por ganchos e etc.". Não é por nada é que os bolos estão mesmo ali ao lado...  e como pedir não custa deixo mais este:  "por favor, não escolher, usando as mãos, o bolo e o pão que quer..."
Há outras situações que me pasmam mas hoje fico-me por aqui...
Um bom feriado!

08/06/2010

Porque não acontece só aos outros...

*Uma das maiores empresas de marketing do mundo, resolveu passar uma mensagem para todos, através de um vídeo criado pela TAC (Transport Accident Commission) 
Recebi por e-mail. 

04/06/2010

Chineses e Copenhaga

Aqui vão mais umas fotos da realidade:
20091020-lu-guang-06

20091020-lu-guang-02

20091020-lu-guang-07

20091020-lu-guang-08
Não deixe de ver. Amanhã é o dia Mundial do Ambiente.
NOTA: Acho que deveria ter explicado o título que dei ao post. "Chineses em Copenhaga"  porque na altura em que foi  a conferêcia de Copenhaga e o discurso dos chineses "tão amigos do ambiente" alguém fez circular as imagens que aqui vos mostro. 
Não, não isto não se passa na Dinamarca, mas na China
As minhas desculpas

02/06/2010

Amor de mãe...

No  Rio
 

Em Africa ...
Na Índia ...
no Oceano ...

no parque de estacionamento do Lidl ...